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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Um Mar de Cidades Flutuantes (Matéria da Revista Época)

Imagine-se a bordo de um cruzeiro que não termina nunca e que navega pelos oceanos sem jamais chegar a qualquer destino no continente. Ou uma casa ancorada numa estrutura semelhante a uma plataforma de petróleo, rodeada de água por todos os lados, a centenas de quilômetros da praia. Essas cidades flutuantes podem abrigar os refugiados das ilhas engolidas pela elevação dos mares, provocada pelo aquecimento global. Ou abrigar aventureiros e empreendedores. A principal vantagem dessas comunidades flutuantes imaginadas por engenheiros, arquitetos e designers seria a independência. Lançadas ao mar, em águas internacionais, a dezenas de quilômetros da costa, poderiam virar países com regras próprias. “Seria um espaço para experimentar um novo sistema de governo, uma nova forma de vida”, diz Michael Keenan, presidente do Instituto Seasteading, que promove o tema. O instituto é bancado pelo americano Peter Thiel, um dos primeiros investidores do Facebook e cofundador do PayPal, empresa de pagamentos eletrônicos. Também tem apoio do economista Patri Friedman, neto do prêmio Nobel Milton Friedman. Nenhuma cidade começou a ser construída. Mas os projetos despertam cada vez mais sonhadores e visionários...

A matéria dá uma pincelada sobre os projetos marítimos, não se aprofundando muito em nenhum deles. Como exemplos, cita Blueseed, Lilypad e a Swimming City, design vencedor de um concurso do The Seasteading Institute.

Veja a matéria completa, com diagramas, menção a Sealand e outros quetales, aqui. Cortesia, Revista Época.

(Vale lembrar, eu recebi um recado da autora da reportagem - Luciana Vicaria - pedindo colaboração sobre a matéria, mas eu estava muito ocupado no meu trampo e não li a tempo. Ou seja, não pude ajudar em nada.)

domingo, 14 de outubro de 2012

Desafogando...

Meu blog esteve um pouco afundado, dado a eu ter que trabalhar bastante, e só recentemente consegui acesso à internet em casa. Tô atualizando os meus blogs que utilizo, e recentemente retomei o interesse por cidades no meio do mar.

E, pra recomeçar, vamos com mais algumas fotos da minha "seastead" preferida, Neft Daslari (Azerbaijão).

Primeiro, as tomadas aéreas, para vocês terem uma ideia do tamanho da criança... E fica a 42 Km da próxima faixa de terra!


















Agora, uma visão mais aproximada...







Neft Daslari por dentro...




















E, por último, por dentro dos prédios de Neft Daslari...







Pra finalizar, um vídeo de um documentário suíço sobre a cidade no mar (Pena que é só um trailer, mas dá pra dar uma ideia...)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Projeto Vênus

Como eu posso definir o Projeto Vênus?

Um projeto mirabolante mas, ao mesmo tempo, perfeitamente plausível, porque as tecnologias apresentadas no projeto já existem, só precisando serem aplicadas.

O Projeto Vênus tem esse nome porque está sendo desenvolvido (Sim, há um Centro de Pesquisas) na cidade de Venus, Flórida.

Entre as tecnologias propostas pelo Projeto Vênus, estão - Veja só - As cidades no mar!

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Há muitas outras coisas legais mostradas no site, tais como o sistema econômico baseado em recursos em vez de dinheiro. Vale uma pesquisada a fundo e um belo debate.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Uma ilha flutuante... Feita de material reciclado.

Vista aérea de como seria a Recycled Island

Esta é a proposta da organização Recycled Island para solucionar um problema que atormenta o Oceano Pacífico desde as navegações modernas: O excesso de plástico jogado no mar e que vai parar no "Giro do Pacífico Norte", uma área maior que os Estados Unidos, que fica aprisionada entre duas correntes que correm em sentido oposto, formando uma desagradável e (para a fauna) mortal "sopa" de plástico e outros materiais.

A praia (Mas a areia seria de quê?)


Esses pontos amarelos são concentrações de plástico e outros lixos flutuantes.
A solução por eles apontada é a seguinte: Recolher, com navios separadores, todo o plástico boiando naquela região; separar o plástico por seus diferentes tipos; processá-lo e criar com ele estruturas flutuantes modulares que, se aglomeradas em uma estrutura sólida, e ainda assim flutuante, teria o tamanho da maior ilha do Hawaii.
Impressão artística da construção da ilha
Essa ilha seria auto-suficiente, pois teria uma parte urbana, uma parte dedicada para a agricultura, outra parte para aqüicultura e criação de algas, e uma parte dedicada a ser uma "fazenda de energia".

Área urbana, com canais tipo Veneza

Área Rural, com várias culturas diferentes


Cultivo de algas
A organização responsável pelo projeto da Recycled Island é o escritório de arquitetura WHIM, da Holanda.