Meu blog esteve um pouco afundado, dado a eu ter que trabalhar bastante, e só recentemente consegui acesso à internet em casa. Tô atualizando os meus blogs que utilizo, e recentemente retomei o interesse por cidades no meio do mar.
E, pra recomeçar, vamos com mais algumas fotos da minha "seastead" preferida, Neft Daslari (Azerbaijão).
Primeiro, as tomadas aéreas, para vocês terem uma ideia do tamanho da criança... E fica a 42 Km da próxima faixa de terra!
Agora, uma visão mais aproximada...
Neft Daslari por dentro...
E, por último, por dentro dos prédios de Neft Daslari...
Pra finalizar, um vídeo de um documentário suíço sobre a cidade no mar (Pena que é só um trailer, mas dá pra dar uma ideia...)
Oceano - A Fronteira Final do Planeta Terra. Milhares de pessoas passam muito tempo de suas vidas sobre as águas oceânicas, e dada a necessidade por mais liberdade, surgem movimentos para a ocupação da única parte do planeta que, por enquanto, não tem dono. Este blog trata exatamente dessas pessoas e desses movimentos de residência sobre as águas. É a Gênese da Nova Atlântida.
domingo, 14 de outubro de 2012
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Sealand
Impossível erguer um blog sobre habitações no mar e não falar de Sealand, o menor país (Sério) do mundo.
Sealand nascheu HMS Rough Towers, durante a Segunda Guerra Mundial. Um forte criado para defender a Grã-Bretanha, junto com tantos outros, e desativado tão logo acabou a Guerra. Foi então ocupada pelo major britânico Paddy Roy Bates, na época, proprietário de uma rádio pirata.
Sealand não é considerado um país de jure por nenhuma outra nação, mas Roy Bates afirma que a Alemanha e o Reino Unido consideram Sealand uma nação de facto, pelo fato de um diplomata alemão ter sido recebido em Sealand, e da corte inglesa decidir que não possui jurisdição sobre a plataforma: Sealand se localiza fora do limite do Mar Territorial Inglês.
Apesar de ser apenas uma plataforma, Sealand já foi "invadida" por um alemão que se dizia "Primeiro-Ministro" e que fez Michael Bates, filho de Roy, como refém, e já foi assediada pela Marinha Inglesa, ambas as empreitadas sem sucesso; também foi vítima de incêndio, foi paquerada por organizações piratas, foi palco de um evento esportivo da Red Bull, et cetera, et cetera.
Príncipe Michael está interessado em vender a plataforma, pois não vê mais tanto interesse quanto tinha seu pai. Para todos os efeitos, Sealand é considerada mais uma micronação do que um Estado não-reconhecido.
Seguem vídeos sobre Sealand:
Sealand nascheu HMS Rough Towers, durante a Segunda Guerra Mundial. Um forte criado para defender a Grã-Bretanha, junto com tantos outros, e desativado tão logo acabou a Guerra. Foi então ocupada pelo major britânico Paddy Roy Bates, na época, proprietário de uma rádio pirata.
Sealand não é considerado um país de jure por nenhuma outra nação, mas Roy Bates afirma que a Alemanha e o Reino Unido consideram Sealand uma nação de facto, pelo fato de um diplomata alemão ter sido recebido em Sealand, e da corte inglesa decidir que não possui jurisdição sobre a plataforma: Sealand se localiza fora do limite do Mar Territorial Inglês.
Apesar de ser apenas uma plataforma, Sealand já foi "invadida" por um alemão que se dizia "Primeiro-Ministro" e que fez Michael Bates, filho de Roy, como refém, e já foi assediada pela Marinha Inglesa, ambas as empreitadas sem sucesso; também foi vítima de incêndio, foi paquerada por organizações piratas, foi palco de um evento esportivo da Red Bull, et cetera, et cetera.
Príncipe Michael está interessado em vender a plataforma, pois não vê mais tanto interesse quanto tinha seu pai. Para todos os efeitos, Sealand é considerada mais uma micronação do que um Estado não-reconhecido.
Seguem vídeos sobre Sealand:
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
O Projeto Vênus
Como eu posso definir o Projeto Vênus?
Um projeto mirabolante mas, ao mesmo tempo, perfeitamente plausível, porque as tecnologias apresentadas no projeto já existem, só precisando serem aplicadas.
O Projeto Vênus tem esse nome porque está sendo desenvolvido (Sim, há um Centro de Pesquisas) na cidade de Venus, Flórida.
Entre as tecnologias propostas pelo Projeto Vênus, estão - Veja só - As cidades no mar!
Há muitas outras coisas legais mostradas no site, tais como o sistema econômico baseado em recursos em vez de dinheiro. Vale uma pesquisada a fundo e um belo debate.
Um projeto mirabolante mas, ao mesmo tempo, perfeitamente plausível, porque as tecnologias apresentadas no projeto já existem, só precisando serem aplicadas.
O Projeto Vênus tem esse nome porque está sendo desenvolvido (Sim, há um Centro de Pesquisas) na cidade de Venus, Flórida.
Entre as tecnologias propostas pelo Projeto Vênus, estão - Veja só - As cidades no mar!
Há muitas outras coisas legais mostradas no site, tais como o sistema econômico baseado em recursos em vez de dinheiro. Vale uma pesquisada a fundo e um belo debate.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Uma ilha flutuante... Feita de material reciclado.
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| Vista aérea de como seria a Recycled Island |
Esta é a proposta da organização Recycled Island para solucionar um problema que atormenta o Oceano Pacífico desde as navegações modernas: O excesso de plástico jogado no mar e que vai parar no "Giro do Pacífico Norte", uma área maior que os Estados Unidos, que fica aprisionada entre duas correntes que correm em sentido oposto, formando uma desagradável e (para a fauna) mortal "sopa" de plástico e outros materiais.
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| A praia (Mas a areia seria de quê?) |
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| Esses pontos amarelos são concentrações de plástico e outros lixos flutuantes. |
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| Impressão artística da construção da ilha |
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| Área urbana, com canais tipo Veneza |
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| Área Rural, com várias culturas diferentes |
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| Cultivo de algas |
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Por que morar no mar?
Essa é a perguntaque todo mundo deve estar fazendo ao ver este blog, "por que morar no mar, sendo que a terra é mais segura?"
Boa pergunta.
O problema em morar em terra, é a dependência que você tem dos serviços prestados em terra: Água, energia, coleta de lixo, assistência médica, etc... Esses serviços são bons? São, e muito. Mais saiba que há, no mínimo, 50% de pessoas no planeta que, apesar de viverem na terra, não possuem nenhuma dessas benesses. E, no mínimo, 75% das pessoas que vivem em terra não possuem uma dessas benesses. E ainda, você tem que obedecer a leis que você não ajudou a criar, e que são tão velhas, que chegam a serem anacrônicas - Mas que, em nome das tradições, são mantidas.
Para muitas pessoas, viver no mar seria muito melhor que viver em terra. O mar é um ambiente instável, ora está calmo, ora está bravio. Mas tem água à vontade para poder ser dessalinizada, ventos o bastante para gerarem muita energia, o lixo pode ser incinerado, restando as cinzas que não são (tão) poluentes, e a prevenção de doenças pode contornar a necessidade de assistência médica. Muitas pessoas passam a maior parte de suas vidas em alto-mar do que em terra: São as tripulações dos navios (de carga, cruzeiro ou petroleiros), os trabalhadores em plataformas offshore, os marinheiros militares, os muito-ricos em seus iates poderosos, os aventureiros, os nômades marinhos, os pescadores, etc... Viver no mar é mais comum do que se pensa.
Comunidades inteiras podem viver no mar e ter autonomia suficiente para não precisarem de retornar em terra. Basta que as embarcações sejam resistentes o suficiente para aguentarem gerações, ou pelo menos tenham uma manutenção frequente.
Nos meus próximos posts, mostrarei algumas ideias espalhadas internet afora sobre habitações marítimas, algumas já em prática, outras reservadas para um futuro distante.
Boa pergunta.
O problema em morar em terra, é a dependência que você tem dos serviços prestados em terra: Água, energia, coleta de lixo, assistência médica, etc... Esses serviços são bons? São, e muito. Mais saiba que há, no mínimo, 50% de pessoas no planeta que, apesar de viverem na terra, não possuem nenhuma dessas benesses. E, no mínimo, 75% das pessoas que vivem em terra não possuem uma dessas benesses. E ainda, você tem que obedecer a leis que você não ajudou a criar, e que são tão velhas, que chegam a serem anacrônicas - Mas que, em nome das tradições, são mantidas.
Para muitas pessoas, viver no mar seria muito melhor que viver em terra. O mar é um ambiente instável, ora está calmo, ora está bravio. Mas tem água à vontade para poder ser dessalinizada, ventos o bastante para gerarem muita energia, o lixo pode ser incinerado, restando as cinzas que não são (tão) poluentes, e a prevenção de doenças pode contornar a necessidade de assistência médica. Muitas pessoas passam a maior parte de suas vidas em alto-mar do que em terra: São as tripulações dos navios (de carga, cruzeiro ou petroleiros), os trabalhadores em plataformas offshore, os marinheiros militares, os muito-ricos em seus iates poderosos, os aventureiros, os nômades marinhos, os pescadores, etc... Viver no mar é mais comum do que se pensa.
Comunidades inteiras podem viver no mar e ter autonomia suficiente para não precisarem de retornar em terra. Basta que as embarcações sejam resistentes o suficiente para aguentarem gerações, ou pelo menos tenham uma manutenção frequente.
Nos meus próximos posts, mostrarei algumas ideias espalhadas internet afora sobre habitações marítimas, algumas já em prática, outras reservadas para um futuro distante.
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